Com 11 suítes, exuberante praia privativa, heliponto e muito luxo: essa mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, foi comprada por famosa cantora na década de 1970; hoje, é o alvo da disputa Richarlison x Flávio Bolsonaro

A disputa por uma ilha em Angra dos Reis envolve o jogador Richarlison, o senador Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz. O caso reúne versões divergentes sobre os direitos e a posse do imóvel.

A história da área remonta à década de 1970 e está ligada à cantora Clara Nunes. Segundo informações atribuídas ao jornalista Bob Fernandes, ela teria obtido da Marinha o usufruto de uma área na baía de Angra dos Reis.

Em outubro de 2026, Richarlison publicou um vídeo nas redes sociais com acusações contra Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz. O jogador pediu que a Polícia Federal (PF) investigasse o caso, enquanto o advogado contesta a versão do atleta.

ilha em Angra dos Reis

A propriedade é descrita como uma mansão com 11 suítes, praia privativa, heliponto, quadra de tênis e cachoeira. A reportagem aborda a história associada a Clara Nunes e as alegações apresentadas pelos envolvidos na disputa.

A história da ilha e as características da mansão

Conhecida como Ilha Comprida, a propriedade reúne uma área insular e uma mansão de alto padrão. A reportagem associa o local à história de Clara Nunes e também descreve sua estrutura de lazer e hospedagem.



O relato histórico foi atribuído ao jornalista Bob Fernandes, que repercutiu informações de Manoela Alcântara. Segundo essa versão, a ligação de Clara Nunes com a área começou na década de 1970.

O direito obtido pela cantora junto à Marinha é descrito como usufruto. A informação se refere ao uso da área na baía de Angra dos Reis e não detalha, por si só, a cadeia posterior de direitos sobre a propriedade.

As acusações de Richarlison e a versão de Willer Tomaz

Richarlison afirma ter investido cerca de R$ 10 milhões no imóvel e acusa Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz de terem assumido a posse sem pagar o que, segundo o jogador, seria devido. A alegação foi apresentada pelo atacante em vídeo publicado nas redes sociais.

Ao expor o caso em outubro de 2026, o jogador pediu que a Polícia Federal (PF) investigasse a disputa. A solicitação acompanha a acusação de que a posse teria sido tomada sem pagamento, versão que não é reconhecida por Tomaz.

O advogado afirma que adquiriu legalmente os direitos sobre o imóvel e que sua posição teve aval da Justiça. Tomaz também contesta o valor mencionado por Richarlison e cobra documentos que comprovem a compra alegada pelo atleta.



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