Richarlison publicou um vídeo em 21 de outubro de 2026 para apresentar documentos relacionados à disputa pela Ilha Comprida. O atacante afirmou que os materiais comprovam a legalidade da compra da propriedade.
A manifestação ocorreu após o advogado Willer Tomaz desafiar o jogador a provar que adquiriu a casa de forma legal. Richarlison também negou que esteja usando o caso politicamente.
Segundo o atleta, a compra ocorreu entre 2020 e 2021, em sociedade com Renato Velasco e Alencar, ex-presidente do América-MG. Ele disse ainda que recusou uma proposta de Flávio Bolsonaro e mostrou uma mensagem enviada ao senador em abril de 2026.

O caso envolve versões divergentes sobre a posse da propriedade e a disputa judicial. Tomaz nega participação ou irregularidade de Flávio Bolsonaro e afirma que a empresa ligada ao jogador perdeu a ação em todas as instâncias.
Documentos apresentados por Richarlison e versão sobre a compra
Entre os materiais que Richarlison afirma ter reunido estão recibos, contratos e conversas relacionados à propriedade. O atacante apresentou esses itens como parte do dossiê sobre a negociação.
Segundo o jogador, o conjunto completo de documentos foi entregue a jornalistas investigativos independentes e às autoridades. A declaração não detalha quais recibos, contratos ou conversas foram incluídos nem identifica os destinatários.
Richarlison disse que os registros sustentam sua versão sobre a compra da casa na Ilha Comprida. A apresentação dos documentos ocorreu em vídeo, mas a referência não informa o conteúdo específico de cada arquivo.
Transferência da posse e contestação do advogado Willer Tomaz
Na versão de Richarlison, depois que ele recusou uma proposta de Flávio Bolsonaro, a posse da ilha foi transferida judicialmente para uma empresa ligada a Willer Tomaz. O atacante relaciona essa transferência à disputa pela Ilha Comprida.
Tomaz, advogado, nega participação ou irregularidade de Flávio Bolsonaro no caso. Sua manifestação contesta a versão apresentada pelo jogador sobre os acontecimentos ligados à propriedade.
O advogado também afirma que a empresa ligada a Richarlison perdeu a disputa em todas as instâncias judiciais. A referência não especifica quais decisões foram tomadas nem apresenta datas ou detalhes dos processos.


