Richarlison voltou a se manifestar sobre a disputa pela posse de uma mansão em Ilha Comprida, na região de Angra dos Reis (RJ). O jogador pediu que a Polícia Federal apure o caso.
Nas redes sociais, o atleta do Tottenham afirmou que a disputa começou após sua recusa em vender o imóvel a um grupo de compradores. Entre os nomes citados por ele estão o advogado Willer Tomaz e o senador Flávio Bolsonaro.
Segundo Richarlison, a transferência da posse ocorreu durante uma disputa judicial, enquanto a documentação era resolvida. Flávio Bolsonaro não foi parte no processo, de acordo com as informações sobre o caso.

A posse foi transferida judicialmente para a WT Administração de Imóveis, empresa de Willer Tomaz, e o processo foi encerrado em 2025. A manifestação do jogador também ocorre após cobranças públicas ao senador e uma negativa de vínculo com o imóvel feita pela assessoria de Flávio em julho de 2026.
Richarlison relata investimento e recusa de venda da mansão
Richarlison afirmou que desembolsou cerca de R$ 10 milhões na compra do imóvel, entre 2020 e 2021. O jogador disse que não recebeu valores pela transferência da posse.
Ao comentar a participação de Flávio Bolsonaro na negociação, o atleta relatou que o senador foi até a ilha e a filmou de cima com um drone. Richarlison também mencionou que Flávio publicou um vídeo da área no Instagram.
O jogador afirmou que não pretende recuperar a ilha e que busca respostas sobre o dinheiro investido. Na manifestação, pediu que a Polícia Federal investigue o caso para esclarecer o que ocorreu com o valor pago.
Transferência judicial da posse e posicionamento de Flávio Bolsonaro
Richarlison declarou que a documentação ainda estava sendo resolvida na Justiça quando, segundo ele, a posse foi transferida em 24 horas. O atleta afirmou que havia sido informado de que o processo poderia levar meses ou anos.
A WT Administração de Imóveis, de Willer Tomaz, recebeu judicialmente a posse da mansão. Tomaz é alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro em um esquema de desvios de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Flávio Bolsonaro não integrou o processo, encerrado em 2025, conforme as informações sobre o caso. Em julho de 2026, a assessoria do senador negou vínculo com o imóvel e classificou a associação como “factualmente infundada e eleitoralmente motivada”.

