A disputa pela mansão de Richarlison em Angra dos Reis teve uma decisão favorável ao jogador em ação sobre publicações nas redes sociais. A Justiça negou o pedido para removê-las e impedir novas manifestações sobre o caso.
O imóvel fica na Ilha Comprida, e a ação contra o atleta foi apresentada em julho de 2026. Willer Tomaz e a WT Administração de Imóveis e Bens S/A alegaram que Richarlison havia feito declarações falsas sobre a negociação.
Em 13 de agosto de 2026, o juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília, rejeitou o pedido de urgência. A decisão tratou da liberdade de expressão do jogador, não da posse da mansão.

A disputa patrimonial tramita em processo separado e envolve a empresa ligada ao antigo empresário de Richarlison. Em 2025, essa empresa desistiu de continuar a reivindicação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), após decisões desfavoráveis.
Ação para restringir as publicações de Richarlison
Na ação, Willer Tomaz e a WT Administração de Imóveis e Bens S/A pediram que Richarlison apagasse conteúdos sobre a negociação da mansão e fosse impedido de fazer novas declarações a respeito do caso. A iniciativa foi apresentada em julho de 2026.
Os autores sustentaram que o jogador havia divulgado informações falsas sobre a negociação. Essa alegação foi apresentada por Tomaz e pela empresa no processo, sem que a decisão sobre a retirada de publicações confirmasse a veracidade ou a falsidade das declarações.
Ao analisar o pedido urgente, o juiz Giordano Resende Costa considerou que não havia publicações disponíveis para remoção. Com isso, a Justiça não determinou que Richarlison apagasse conteúdo nem impôs a restrição solicitada a futuras manifestações nas redes sociais.
Disputa patrimonial pela mansão e processo no STJ
Em declarações sobre a disputa, Richarlison alegou ter sofrido prejuízo de R$ 10 milhões relacionado ao imóvel. A cifra corresponde à perda apontada pelo jogador, e não ao resultado da ação sobre suas publicações.
A reivindicação patrimonial envolve a WT Administração de Imóveis e Bens S/A, empresa ligada ao antigo empresário do atleta. Segundo as informações sobre o caso, a empresa teve decisões desfavoráveis antes de desistir de prosseguir com a disputa no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 2025.
A decisão sobre as manifestações nas redes sociais não alterou a situação de ocupação da mansão nem resolveu a controvérsia patrimonial. Assim, apesar do resultado favorável a Richarlison na ação sobre as publicações, a posse do imóvel não foi devolvida ao jogador por essa decisão.

