O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a indisponibilidade de uma mansão em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. A decisão foi divulgada em 3 de novembro de 2026.
O imóvel está no centro de uma disputa judicial entre o advogado Willer Tomaz e o atacante da seleção brasileira Richarlison. A controvérsia envolve os direitos sobre a propriedade.
A mansão fica na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, e a medida atinge a WT Administração de Imóveis e Bens, empresa vinculada a Tomaz. A Sport 70, ligada a Richarlison e ao empresário Renato Rocha Velasco, também aparece no caso, segundo a reportagem que noticiou a decisão.

O processo já havia resultado em uma decisão que retirou do jogador a posse do imóvel, e as circunstâncias da transferência são questionadas. O caso ganhou repercussão nacional em setembro de 2022, após reportagem do jornalista Guilherme Amado.
Decisão de Moraes e empresas alcançadas pela medida
A ordem estabelece a indisponibilidade do imóvel, avaliado em cerca de R$ 10 milhões. Com isso, a propriedade fica submetida à restrição judicial enquanto a disputa sobre seus direitos segue em análise.
Segundo a reportagem que divulgou a decisão, o bloqueio de mansão em Angra alcança o patrimônio da WT Administração de Imóveis e Bens, empresa vinculada a Willer Tomaz. A medida recai sobre os bens da empresa, conforme informado na publicação.
A notícia também menciona a Sport 70, ligada a Richarlison e ao empresário Renato Rocha Velasco. A empresa aparece no caso relacionado à propriedade, embora a decisão de indisponibilidade descrita na reportagem atinja o patrimônio da WT Administração de Imóveis e Bens.
Disputa pela mansão e decisões judiciais anteriores
Richarlison afirmou ter investido recursos próprios no imóvel. Segundo a reportagem, o atacante também recusou uma oferta de compra apresentada pelo senador Flávio Bolsonaro.
A controvérsia sobre os direitos de posse foi levada à Justiça, e Flávio Bolsonaro foi incluído no processo na condição de testemunha. A participação dele no caso, portanto, foi registrada como testemunhal, segundo as informações publicadas.
Antes da decisão de indisponibilidade, uma determinação judicial retirou de Richarlison a posse da mansão. A reportagem informa que as circunstâncias da transferência do imóvel são questionadas, sem detalhar no texto os fundamentos dessa decisão anterior.


