Em um vídeo publicado nesta quarta

Richarlison publicou, em 21 de outubro de 2026, um vídeo sobre a disputa pela Ilha Comprida, em Angra dos Reis (RJ), e apresentou documentos que, segundo ele, comprovam a compra da mansão. O jogador afirma que o processo ocorreu dentro da lei.

O relato retoma a aquisição feita em outubro de 2020 e a contestação posterior da posse. Richarlison atribui mudanças no andamento do caso a medidas envolvendo o advogado Willer Tomaz e a empresa WT Administração.

O conflito envolve o atleta, Willer Tomaz e a WT Administração, empresa à qual, segundo Richarlison, a ilha está vinculada. O imóvel fica na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

disputa pela Ilha Comprida

Além dos documentos de compra, o jogador citou processos e investigações relacionados à posse. Em julho, Willier e a WT Administração de Bens e Imóveis ajuizaram ação no Distrito Federal contra Richarlison para impedir a divulgação de conteúdos sobre o caso.

Documentos de compra e histórico da regularização

Richarlison afirmou que investiu R$ 10 milhões na aquisição e nas intervenções feitas na propriedade. Segundo o jogador, desse total, R$ 4.660 milhões foram destinados ao pagamento dos antigos posseiros, e o restante cobriu reformas e segurança contra invasões.



O atleta disse que houve indenização aos antigos posseiros e que o acordo foi formalizado em cartório. Também declarou que a Justiça do Rio validou a posse da ilha.

Na versão apresentada por Richarlison, os documentos exibidos no vídeo sustentam que a compra e as medidas relacionadas à propriedade seguiram os trâmites legais. Ele relacionou os pagamentos, as reformas e a proteção contra invasões ao investimento feito no imóvel.

Acusações de Richarlison e ação judicial no Distrito Federal

Richarlison afirmou que o pedido de regularização da posse ficou sem andamento por 10 meses. Segundo o jogador, Willer Tomaz teria reativado uma empresa que estava inapta desde 2018, apesar de seus sócios já terem falecido, e ludibriado uma viúva de 78 anos para assumir a ilha.

O atleta também comparou o tempo de espera pela regularização à transferência patrimonial, que, segundo ele, foi concluída em 24 horas. Richarlison disse que venceu uma ação na Justiça de Angra dos Reis, mas alegou que o andamento mudou depois que Tomaz contratou um advogado filho de um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O jogador declarou que a ilha está em nome da WT Administração, presidida por uma mulher que, conforme o relato dele, afirmou ser empregada doméstica. Richarlison pediu a devolução da propriedade e a reconstrução da casa como era antes da demolição, além de divulgar números de processos e investigações relacionados ao caso.



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