Richarlison voltou a comentar a disputa pela posse de uma propriedade em Ilha Comprida, na região de Angra dos Reis (RJ), e citou o senador Flávio Bolsonaro. O jogador afirma que o parlamentar e um advogado conseguiram a posse do imóvel.
O atacante do Tottenham diz ter investido na compra da propriedade entre 2020 e 2021 e afirma que recusou uma proposta atribuída a Flávio Bolsonaro. As declarações foram feitas nas redes sociais.
Em 19 de outubro de 2026, Richarlison voltou a abordar o caso e pediu que a Polícia Federal (PF) investigue a disputa. O imóvel fica na região de Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro.

A assessoria de Flávio Bolsonaro negou em julho qualquer vínculo do senador com a propriedade e classificou a associação como “factualmente infundada e eleitoralmente motivada”. A notícia reúne as alegações do jogador e a posição divulgada pela assessoria.
Richarlison relata investimento e questiona a posse do imóvel
Na disputa por ilha envolvendo Richarlison, o atacante afirma que investiu R$ 10 milhões na propriedade. O valor foi apresentado por ele como o montante aplicado na compra do imóvel.
Segundo o jogador, a regularização da documentação poderia levar meses ou anos. Ele contrapõe esse prazo à posse obtida em 24 horas, que atribui ao senador Flávio Bolsonaro e ao advogado Willer Tomaz.
Nas redes sociais, Richarlison também cobrou publicamente um posicionamento de Flávio Bolsonaro sobre o caso. A cobrança foi feita em manifestações do atleta a respeito da propriedade em Ilha Comprida.
Assessoria de Flávio Bolsonaro nega vínculo com a propriedade
Em julho, a assessoria de Flávio Bolsonaro negou que o senador tivesse vínculo com o imóvel. Na manifestação, classificou a associação do parlamentar à propriedade como “factualmente infundada e eleitoralmente motivada”.
A posição da assessoria diverge da versão apresentada por Richarlison, que atribui a Flávio Bolsonaro e a Willer Tomaz a obtenção da posse. As declarações registram versões distintas sobre a relação do senador com a propriedade.
O caso reúne, portanto, a contestação feita pelo atacante e a negativa divulgada pela assessoria em julho. Richarlison pediu que a Polícia Federal investigue a disputa pela posse do imóvel.


