Willer Tomaz afirma que pagou R$ 3,6 milhões em mansão que é alvo de disputa com o jogador Richarlison

A disputa pela mansão em Angra dos Reis ganhou novo capítulo após o advogado Willer Tomaz afirmar que pagou pelo imóvel na Ilha Comprida. Richarlison contesta a reivindicação e sustenta ter investido na propriedade.

A mansão foi adquirida em 2020 pela Sport 70 Intermediação de Negócios Ltda., empresa ligada a Renato Velasco, ex-empresário do atacante. Em 2022, uma decisão judicial transferiu a posse à WT Administração de Imóveis e Bens S/A, ligada a Tomaz.

Além de Tomaz e Richarlison, a disputa envolve representantes dos espólios de antigos proprietários e questões sobre a documentação da área. O imóvel fica em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

disputa por mansão em Angra dos Reis

O histórico inclui decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que confirmou em junho de 2025 entendimento anterior do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro sobre a posse. Também estão em debate manifestações sobre a atuação da Secretaria do Patrimônio da União (SPU).

Tomaz afirma ter pago pelo imóvel e quitado dívidas de impostos

Na disputa por mansão em Angra dos Reis, o advogado Willer Tomaz afirma que pagou R$ 3,6 milhões pelo imóvel em 2022. A aquisição teria sido feita por meio da WT Administração de Imóveis e Bens S/A.



Segundo Tomaz, pouco mais de 80% do valor foi usado para quitar impostos atrasados havia dez anos. O advogado estima que esses pagamentos somaram cerca de R$ 3 milhões.

A escritura pública registra ainda o pagamento de R$ 600 mil por Tomaz. A negociação teria sido conduzida com Donato Capabianco Galvez, autorizado a tratar do negócio em nome da M. Locadora de Veículos e Transportes Turísticos Limitada.

A versão de Richarlison e o histórico judicial da posse da mansão

Richarlison afirma ter investido cerca de R$ 10 milhões na propriedade. Nesse montante, inclui R$ 4,66 milhões pagos a antigos ocupantes, além de despesas com reformas e segurança.

O atacante contesta a reivindicação de Tomaz e sustenta que adquiriu legalmente o imóvel. Em manifestação pública, apresentou documentos e números de processos, pediu a devolução da mansão e questionou a atuação da Justiça e da Secretaria do Patrimônio da União (SPU).

O senador Flávio Bolsonaro negou participação na negociação e declarou que não comprou, vendeu ou intermediou o imóvel, nem mantém vínculo com ele. Sua assessoria afirmou que o processo entre proprietário e possuidor foi encerrado na Justiça e que eventuais manifestações caberiam aos envolvidos.

Tomaz afirma que Richarlison não foi parte nos processos e que a empresa ligada ao jogador perdeu ações, inclusive no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O advogado também declarou que o caso foi investigado e que o inquérito acabou arquivado por falta de indícios de crime; ele informou ainda que move uma ação por danos morais contra o atacante por declarações públicas.



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